CleopatraMoon

Um Mundo à parte onde me refugio e fico ......distante mas muito próxima.

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Sou alguém que escreve por gostar de escrever. Quem escreve não pode censurar o que cria e não pode pensar que alguém o fará. Mesmo que o pense não pode deixar que esse limite o condicione. Senão: Nada feito. Como dizia Alves Redol “ A diferença entre um escritor e um aprendiz, ou um medíocre, é que naquele nunca a paixão se faz retórica.” Sou alguém que gosta de descobrir e gosta de se descobrir. Apontamento: Gosto que pensem que sou parva. Na verdade não o sou. Faço de conta, até ao dia em que permito que percebam o quanto sou inteligente.

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segunda-feira, fevereiro 25, 2008

«Não podemos fugir... e no entanto, há momentos em que somos quase felizes, quando de olhos fechados as minhas mãos deslizam no seu rosto, num reconhecimento que tem sempre algo de milagre, quando lemos um livro juntos na cama, as faces encostadas, quando nos encontramos a nós mesmos no fundo do corpo um do outro. Somos quase felizes. Mas o fim é inevitável. Ambos o sabemos. Só não sabemos quando. Ou qual de nós o fará.

‘Tell me you still love me like I love you’. Quando o amor acabar…»

-
in «Até que a Morte nos Separe», Ana Teresa Pereira

3 Comentários:

Blogger Narrador disse...

Que depressivo...

LOL

A morte não separa, só a ausência do Amor...

25 fevereiro, 2008  
Blogger Cleopatra disse...

Deve ser da morte do amor que ela fala.

25 fevereiro, 2008  
Blogger Narrador disse...

Ah...
Ok...Fará sentido assim.

De qualquer maneira, apesar de ser algo triste, acho que as palavras são bem escolhidas. E a exposição de ideia é excelente. É um texto rico, e que, nos fala de algo, que lá no fundo, nos é tão familiar....

*

25 fevereiro, 2008  

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