sábado, janeiro 19, 2008




este poema começa por te comparar com as constelações, com os seus nomes mágicose desenhos precisos,e depois um jogo de palavras indica que sem ti a astronomia é uma ciência infeliz.


Em seguida, duas metáforas introduzem o tema da luz e dos constrastes petrarquistas que existem na mulher amada,no refúgio triste da imaginação.


A segunda estrofe sugere que a diversidade de seres vivos prova a existência de Deus e a tua, ao mesmo tempo que toma um por um os atributos que participam da tua natureza e do espaço criador do teu silêncio.


Uma hipérbole, finalmente, diz que me fazes muita falta


Pedro Mexia

1 comentário:

os escribas disseram